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Arranja-me um emprego

“O que é que os alunos do IST, do ISEL, da FCUL e da Nova têm em comum? Concorreram todos para o IST”. O IST tem boa fama, não só a fama de formar bons profissionais como também a de garantir emprego aos recém formados. Empregabilidade é nítidamente um factor determinante para a escolha do curso, até deu que falar há dois anos atrás quando o curso Mestrado em Engenharia de Redes de Comunicação teve uma taxa de empregabilidade de 100%. Com a crise, a taxa de desemprego nos jovens atinge os 30%, e portanto a questão da empregabilidade é uma questão que preocupa todos os alunos, e como tal, o Diferencial decidiu investigar o assunto.
Em primeiro lugar começámos por procurar informação sobre o primeiro emprego de um recém formado. De acordo com dados do Observatório de Empregabilidade do IST (OEIST), na grande maioria dos cursos do Técnico, mais de 70% dos alunos consegue emprego até 6 meses depois da conclusão do curso, e o primeiro salário médio ronda os 1400€. Além disso, de acordo com o Professor Rui Mendes do OEIST, 86% das primeiras experiências profissionais são dentro da área de formação.
Outros dados interessantes que podemos obter do OEIST são que o curso no IST com primeiro emprego mais bem remunerado, em média, é Engenharia dos Materiais com 2260€ mensais, seguido de perto por Engenharia e Gestão Industrial com 2172€ mensais. No extremo oposto encontra-se Arquitectura com apenas 912€ mensais. Estes valores são no entanto pouco relevantes num ponto de vista a longo prazo.
De acordo com Rui Mendes, um aluno que tenha saído do técnico, ao fim de quatro anos a trabalhar, em média está a receber mais de 2500€.
Estes dados, relevantes para todos os alunos do IST, vêm demonstrar que mesmo na actual crise económica uma licenciatura ou mestrado são uma mais valia para um jovem que está a iniciar a sua vida activa.

Publicado a 17 de Abril de 2012 por . Categorias: Ensino Superior, IST, Notícias.


  • Halem Sabeh

    E quanto ganhará um que teime em não fazer o curso, mesmo mudando de curso, e que tenha sido Vogal do Extinto Conselho Directivo do IST, Presidente da AEIST e quase perpétuo Presidente da FADU, sendo que não pode descurar-se a sua inscrição na Secção H (Lisboa) da JSD onde granjeou o lugar de Membro do Conselho Nacional da JSD tendo investido árduos 8/9 anos da sua vida nessas coisas elegantes?